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3 de junio de 2015

Introdução

      
Foto de Brett Davies


       Aquela manhã era como tantas outras e prenunciava um dia como outro qualquer. Depois da chuva o ar estava limpo e o sol faziase sentir mais fortemente. A não ser por isso, podiase antecipar um dia arrastado e cheio daquelas mesmas obrigações que formavam a rotina de sua vida.
       Alves levantouse de má vontade. Ainda sentado na cama, olhou para o relógio que marcava seis horas. Teria que estar no trabalho as oito, mas, há algum tempo não conseguia dormir bem e preferia levantar a ficar rolando na cama, presa de pensamentos que não queria pensar. Esfregou o rosto com as mãos, estendendo o movimento até os cabelos ficando com a cabeça entre as mãos e os cotovelos apoiados nas pernas. O negócio e levantar e tomar café pra ver se melhora – Pensou ele.
       Alves era um indivíduo de pouco mais de metro e oitenta, de pele muito clara e fina, deixando à mostra alguns capilares. Sua magreza era ressaltada por sua altura. Seus olhos eram ajudados por lentes grossas para que fosse possível enxergar o mundo. Apesar de haver assimilado os padrões e valores sociais nele incutidos desde a infância, nada dava a perceber uma mente que refletia intensamente sobre eles, questionandoos à procura de uma lógica que os justificasse. Mas este era o seu inferno.
       Sobre o fogão ainda se encontrava a frigideira com gordura usada na noite anterior. Acendeu o fogão para fritar dois ovos. Resultado de uma rotina matutina sentarase num banquinho à mesa e pôs-se a passar manteiga nas duas fatias de pão que abrigariam os ovos. Enquanto realizava seu ritual, seu pensamento foi sendo levado a paragens não muito agradáveis. Recordou que na noite anterior pedira dinheiro emprestado ao Miguel, a título de empréstimo até o final do mês. Não era a primeira vez que fizera aquilo. Apesar de sempre recriminarse no dia seguinte depois de passado o efeito da bebedeira, voltava a repetir tal comportamento. Alves era uma pessoa orgulhosa e aquilo só aumentava o seu inferno. 
       Era muito difícil para ele sustentar esse orgulho, principalmente porque não era o que se poderia chamar de uma pessoa bem sucedida materialmente e assim ele procurava disfarçar esse sentimento, para si e para os outros, sob a máscara da humildade. Ele percebia as contradições presentes em seu modo de ser. Era pobre e pobre – pensava ele – não pode ser orgulhoso. Afinal, orgulharse de quê? Claro, era uma pessoa portadora de uma inteligência acima da média, porém, numa sociedade em que valorizam o ter posses materiais, o que um indivíduo é não conta... A não ser que aquilo de imaterial que possui lhe seja útil para obter as coisas materiais. Aliás, sempre fora assim. – Pensava ele.
       Terminada a pequena refeição, preparou se para sua ginástica. Ele acreditava que através da atividade física podia dar vazão ao excesso de energia acumulada com os dissabores pelos quais passava. Assim, em dias alternados, ritualisticamente, fazia sua catarse. Após os exercícios e depois de tomar bastante água, entrava no chuveiro onde o resto da sujeira escoava pelo ralo. E, como sempre fazia, vestiase e saia para o trabalho. Seu comportamento ritualístico era reforçado pelo fato de viver sozinho. Todas as manhãs eram assim. Quando alguma coisa inesperada alterava essa rotina, ele se sentia a diferença e todo o resto dia ficava irritado e de mau humor. Assim ele acreditava, assim acontecia.
       Caminhava pela calçada em direção ao seu emprego. Detestava aquele lugar, detestava aquelas pessoas que ali trabalhavam como ele. Quando seus pais morreram, ainda muito cedo fora obrigado a sair da casa em que morava e alugar um apartamento mais barato. Ficara em péssima situação financeira, de tal modo que até os estudos teve que parar. Antes, com seus pais ainda vivos, empregava todo o seu tempo entre a escola e a leitura compulsiva. Se o destino houvesse esperado mais um pouco, esta narrativa seria bem diferente. Assim, privado de sua aspiração maior e tendo que trabalhar como qualquer um para ganhar o pão de cada dia, viu-se em um canto de um escritório numa firma de amigos de seu pai, digitando textos jurídicos. Não poderia haver um lugar mais inadequado para um intelectual. A morte de seus pais, de maneira acidental, abalara de forma profunda a sua vida, alterando suas aspirações. 
       Ao mesmo tempo em que procurava libertarse do pai, numa tentativa de afirmarse como indivíduo, não conseguia ver o mundo com outros olhos, acostumado que estava a depender dos pais para tudo. Não demorou a configurarse um quadro melancólico e desde então, sua vida seria uma luta constante para encontrarse consigo mesmo. 
       Podese pensar que nosso herói não tinha fibra e estaremos certos. Porém, há certas particularidades que ocorrem na vida das pessoas que não podem ser ignoradas. Em primeiro lugar, ao nascer a criança nada conhece do mundo. Inicialmente é uma massa de tecidos vivos que reage aos estímulos internos e externos, de naturezas bioquímicas e físicas, respectivamente. Através do contato com as pessoas que lhe estão mais próximas, isto é, é através das reações, comportamentos e atitudes delas que a criança interpreta o mundo que está vendo pela primeira vez. Ao cabo de algum tempo estará interagindo com o mundo exterior, utilizandose do modelo aprendido como guia para seu comportamento. Na verdade, tratase de um padrão a ser repetido; não foi criado por ela, mas, sim, dado a ela. Nesse sentido haverá sempre uma discrepância entre a maneira como deve e a que seu organismo deseja se comportar. Mas tal ainda não é percebido como um conflito, porque ainda não existe a capacidade de fazer um julgamento. No início, o organismo procura adaptar os eventos percebidos dentro daquele modelo que lhe foi dado. Enquanto a criança sentese segura e amparada pelos pais, ela consegue manterse equilibrada, embora seu organismo já esteja, naturalmente, manifestando uma reação antagônica por estar sendo obrigado a dar respostas inadequadas – contrárias aos seus desejos – aos estímulos específicos. Isto se torna manifesto quando já está se relacionando com outras crianças que, da mesma forma que ela, vive segundo seus contextos próprios, também dados a elas por seus respectivos pais. Mas, o conflito só se manifesta com toda sua força quando ela começa a frequentar a escola.


Continua...

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Traduccion al español realizada con el traductor de Google



       Esa mañana fue como tantos otros y anunció un día como cualquier otro. Después de la lluvia el aire era claro y el sol faziase sintió con más fuerza. A menos que lo podiase anticipar un día arrastró y lleno de esas mismas obligaciones que formaban la rutina de su vida.
       Alves se levantó de mala gana. Todavía sentado en la cama, miró el reloj que marcaba seis horas. Tendría que estar en el trabajo a las ocho, pero, en algún momento no podía dormir bien y prefiere levantar para conseguir rodar en la cama, presa de pensamientos que no quieren pensar. Se frotó la cara con las manos, que se extiende el movimiento al cabello con la cabeza entre las manos y los codos apoyados en las piernas. El negocio y levantarse y desayunar para ver si mejora - pensó.
       Alves fue un poco metros más individual y ochenta, en una piel muy clara y fina, revelando un poco de pelo. Su delgadez fue subrayada por su altura. Sus ojos fueron ayudados por lentes gruesos para que sea posible ver el mundo. Aunque no asimilaron las normas y valores sociales inculcados en él desde la infancia, le dio nada a darse cuenta de una mente que refleja intensamente en ellos, questionandoos buscando una razón que justifique. Pero esta fue su infierno.
       En la estufa era todavía la sartén con la grasa utilizada la noche anterior. Encendió la estufa para freír dos huevos. Resultado de una rutina de la mañana sentarase un taburete en la mesa y se puso a la mantequilla en dos rebanadas de pan que albergarían los huevos. Durante la realización de su ritual, su pensamiento estaba siendo tomada paradas no muy agradables. Recordó que la noche anterior le había pedido dinero del Miguel, en calidad de préstamo hasta el final del mes. Era la primera vez que había hecho eso. Aunque siempre recriminarse el día siguiente después del último efecto de la embriaguez, volvió a repetir tal comportamiento. Alves fue una persona orgullosa y que sólo aumentó su infierno.
       Fue muy difícil para él mantener ese orgullo, sobre todo porque no era lo que uno llamaría una persona de éxito material y por lo que trató de ocultar este sentimiento, para ellos y para los demás, bajo la máscara de la humildad. Se dio cuenta de las contradicciones presentes en su forma de ser. Era pobre y pobres - pensó - no puede estar orgulloso. Después de todo, orgulharse qué? Claro, era una persona portadora de inteligencia superior a la media, pero en una sociedad que valoran tener posesiones materiales, lo que una cuenta individual no es ... a menos que sea inmaterial que tiene que ser útil para usted para el cosas materiales. De hecho, siempre ha sido así. - Pensó.
       Después de una pequeña comida, preparada a su gimnasio. Él cree que a través de la actividad física podría ventilar el exceso de energía almacenada con los problemas que pasó. Por lo tanto, cada dos días, ritualmente, hizo su catarsis. Después del ejercicio y después de tomar suficiente agua, entró en la ducha donde el resto de la tierra fluyó por el desagüe. Y, como de costumbre, vestirse y salir a trabajar. Su comportamiento ritualista se vio reforzada por el hecho de vivir solo. Cada mañana fuera así. Cuando algo inesperado cambió esta rutina, se sintió la diferencia y todo el día de descanso estaba enojado y de mal humor. Así que él cree que este era el caso.
       Caminé por la acera en dirección a su trabajo. Odiaba el lugar, odiaba a las personas que trabajaban allí como él. Cuando sus padres murieron, demasiado temprano se había visto obligado a abandonar la casa donde vivió y alquilar un apartamento barato. Había estado en mala situación financiera, por lo que incluso los estudios tuvieron que parar. Antes, con sus padres aún viven, empleó todo su tiempo entre la escuela y la lectura compulsiva. Si el destino había esperado un poco más, esta historia sería muy diferente. Así privado de su mayor aspiración y tener que trabajar como cualquiera para ganar el pan de cada día, se encontró en un rincón de una oficina en una empresa de amigos de su padre, escribiendo textos legales. No podía haber un lugar más apropiado para un intelectual. La muerte de sus padres, de manera accidental, sacudido profundamente en su vida cambiando sus aspiraciones.
       Mientras que él estaba buscando a su padre libertarse en un intento de afirmarse como individuo, no podía ver el mundo con otros ojos, que se utilizó a depender de los padres por todo. No tomó la configurarse un marco melancolía y desde entonces, su vida sería una lucha constante para Encontrarse a sí mismo.
       Podese pensar que nuestro héroe no tenía fibra y tendrá razón. Sin embargo, hay ciertas características que se producen en la vida de las personas que no pueden ser ignorados. En primer lugar, al nacer el niño no sabe nada del mundo. Inicialmente es una masa de tejido vivo que responde a estímulos internos y externos, naturalezas bioquímicos y físicos, respectivamente. A través del contacto con las personas que están más cerca de él, es decir, es a través de las reacciones, comportamientos y actitudes que el niño interpreta el mundo que estamos viendo por primera vez. Al final de los tiempos será interactuando con el mundo exterior, el modelo utilizandose aprendió como guía para su conducta. De hecho, trátase de un patrón a ser duplicado; No fue creado por él, sino más bien dado a ella. En este sentido, siempre habrá una discrepancia entre la forma en que debería y que su cuerpo quiere comportarse. Pero esto todavía no se percibe como un conflicto, porque todavía existe la posibilidad de hacer un juicio. Al principio, el cuerpo trata de adaptar los eventos percibidos dentro se le dio ese modelo. Mientras que el niño se sienta seguro y con el apoyo de los padres, puede manterse equilibrada, aunque su cuerpo ya está expresando de forma natural una reacción antagónica a estar obligado a dar respuestas inadecuadas - contrario a sus deseos - a estímulos específicos. Esto se hace evidente cuando ya está en relación con otros niños, al igual que ella, vive de acuerdo a sus propios contextos, también dado a ellos por sus padres. Pero el conflicto sólo se manifiesta con toda su fuerza cuando ella comienza a asistir a la escuela.


Continúa ...






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